Analise o seguinte: O salmão não se desgasta ao enfrentar águas agitadas. Na verdade, ao subir corredeiras, ele poupa energia por usar "vórtices", ou pequenos redemoinhos, que se formam onde o fluxo de água encontra obstáculos, como pedras e galhos. À medida que os vórtices se formam em lados alternados de um objeto, o peixe curva seu corpo de um lado para o outro e desliza entre câmaras de turbulência. Alguns cardumes aproveitam os vórtices criados pelos peixes que nadam à sua frente, usando com eficiência seu rastro. O peixe pode até se aproveitar da turbulência gerada pelo próprio corpo. Pesquisadores querem aprender da perícia do salmão na água para gerar energia a partir de águas calmas. Os equipamentos hidrelétricos tradicionais costumam gerar eletricidade usando água que flui a uma velocidade de quase cinco nós (9,3 quilômetros por hora) ou mais. Agora, um protótipo que usa vibrações induzidas por vórtices pode gerar eletricidade a partir de águas calmas que correm apenas a dois nós por hora. (Esta tecnologia parece promissora, visto que a maior parte das correntezas de nosso planeta se move a menos de três nós). Mas essa tecnologia está muito longe do nível de sofisticação encontrado em peixes como o salmão. Michael Bernitsas, professor da Universidade de Michigan, EUA, admite: "Nesse respeito, os peixes são mais inteligentes que nós". (Fonte: Rev. Despertai)
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