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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O SAPO COZIDO...

"Sevocê colocar um sapo numa panela com água fervente, em ebulição, a 100 graus, ele por certo reagirá rapidamente e pulará fora da panela. Porém, se você colocar o mesmo sapo numa panela com água fria e colocar essa panela no fogo, o sapo não pulará. Ficará quieto sentindo a água esquentar, esquentar, esquentar até que morrerá cozido".
Essa pequena estória, contada há muitos anos e tornada famosa nos livros de Peter Senge, nos dá uma enorme lição: o perigo de não percebermos uma situação perigosa quando ela traz suas graves consequências lentamente. Muitas pessoas e empresas sofrem da síndrome do sapo cozido. Como as situações de mercado, concorrência, problemas de qualidade, etc, não ocorrem de uma hora para outra, essas empresas não se apercebem do risco fatal que estão correndo e ficam esperando para ver o que vai acontecer. Até que percebem que o ambiente está "esquentando" porém, não tem a atitude correta de pular logo para outra situação e agir rapidamente para não morrerem cozidos. A melhor atitude que poderemos ter hoje em dia, numa época de extrema competição e rapidez é procurar perceber as mudanças e mudar! Temos que desenvolver em nós uma aguçada percepção para sabermos a hora exata de mudar, de criar novas situações, de reinventar o que fazemos. Do contrário, morreremos cozidos. Não estaremos nós também com a síndrome do sapo cozido? Estamos prestando toda a atenção ao ambiente de negócios em que vivemos para mudarmos rapidamente? Temos consciência de que a pior atitude que podemos ter é esperar demais? Pensemos nisso!! (Profº Luís Marins, para Rev. Brasil)

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